VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DE ASA? (2 Cr 14:1-15)

30/06/2011 08:27

        Asa clamou: “Senhor, não há ninguém como tu para ajudar os fracos contra os poderosos. Ajuda-nos, Senhor, nosso Deus, pois em ti confiamos e em teu nome viemos contra este imenso exército. Ó Senhor, tu és o nosso Deus; não deixes o homem prevalecer contra ti”. (2 Cr 14:11)

        Aprendamos com Asa a enfrentar a vida, como reagir quando as probabilidades são todas contrárias. Quando parece não haver esperança no trabalho nem haver saída para as dívidas. Quando parece não haver emenda para crianças ou adolescentes rebeldes muito menos solução para o casamento. Quando parece não haver cura para a doença e o sofrimento e o inimigo sussurra em nosso ouvido “por quê você insiste em ter esperança? Deus não pode livrá-lo. Seu problema é maior que Deus”. Nessa hora, encaremos o inimigo: “Você já ouviu falar de Asa?”

        Quando quiserem saber a razão de nossa fé e perseverança, perguntemos: “Você já ouviu falar de Asa?” Um homem que herdou um reino dividido e sufocado pela idolatria e imoralidade. Um homem que desde o início montou sua tenda no acampamento de Deus e combateu diretamente as fortalezas do inimigo, fazendo-as em pedaços, ordenando ao seu povo que servisse ao Deus vivo. Um homem que não temeu o exército inimigo, numericamente muito maior.

        O que fez Asa, quando seu reino foi invadido pelo inimigo? Foi à luta, levando o melhor que tinha (Deus espera isso de nós).Tinha 580.000 soldados. Parece bastante, mas o inimigo tinha mais de um milhão de homens e 300 carros. O que fez Asa? Acovardou-se, correu? Convocou uma reunião para tratar da rendição? Não, claro que não. O servo de Deus não é chamado para fugir ou se render diante dos problemas. Somos chamados a alegrar-nos, à luz do impossível. Só então pode um Deus que se compraz em fazer o impossível demonstrar Seu poder. Ao vermos alguém que espera o impossível, prestes a desistir, perguntemos: “Você já ouviu falar de Asa?”

        O que houve a seguir? Parece que haveria um massacre. Asa e seu exército rumaram a Maressa, como se o inimigo não existisse. Seu rosto parece radiante. Ele, tranquilo. Ei, ele parou! Parece falar com alguém. Está falando com Deus! Vamos ouvir o que ele diz: “Senhor, não há ninguém além de ti para nos ajudar agora. Aqui estamos nós, encurralados, e o poder do mundo está contra nós. Nós somos aqueles que não têm força. Ajuda-nos, Senhor! És o nosso Deus, confiamos em ti, acreditamos que tu és quem dizes que és, e em teu nome viemos a essa batalha contra o inimigo, contra este obstáculo humanamente invencível. Tu és nosso Deus, não prevaleça o homem contra ti.” O final? O exército inimigo foi desbaratado pela mão forte do Senhor, Deus de Asa!

        Se você nunca ouvira falar de Asa, agora ouviu. Ele foi à luta contra o mesmo inimigo com que lutamos, e venceu. Não lutamos contra carne e sangue, nem Asa. Havia um exército real, mas a batalha de Asa foi contra principados e potestades, contra os príncipes das trevas deste século e as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais. A luta não foi entre Asa e Zera, o resultado não foi determinado por quão forte Asa era, mas pelo quanto Asa acreditava que Deus era poderoso. Assim são nossas guerras. O que parece ser o campo de batalha (negócios, emprego, casa, filhos, casamento, finanças, saúde) é só a superfície da batalha travada. Nossa vitória ou derrota depende de compreendermos os princípios da guerra espiritual, como Asa entendeu. Falemos, pois, de Asa.

        Graça, paz e fé no braço forte do Senhor.

        Aurélia Cabral Cezar


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